Especialistas para Cirurgias
Complexas da Traqueia e Esôfago
Especialistas para tratamento das Vias Aéreas Pediátricas
Laringo Center, referência em Vias Aéreas Pediátricas e Cirurgias Complexas da Traqueia
A Laringo Center é referência no acompanhamento de crianças traqueomizadas, contando com otorrinolaringologistas pediátricos, assegurando o monitoramento de secreções, prevenção de infecções e o prognóstico da condição. Nossos profissionais orientam os cuidadores sobre técnicas de aspiração e cuidados com a cânula, além de práticas para umidificação e hidratação que ajudam a manter a saúde respiratória. Inclui o tratamento regular e suporte de equipe multidisciplinar para o atendimento completo e acolhedor, focado na saúde e qualidade de vida da criança e de sua família.
Especialistas em cuidar de crianças desde o nascimento em Otorrinolaringologia, Pneumopediatra, Pneumobroncoscopia, Gastropediatria, Nutrologia Pediátrica, Fonoaudiologia, Cirurgia de Tórax, Cirurgia Pediátrica e Cirurgia Craniofacial.
A equipe médica da Laringo Center é liderada pela Dra. Saramira Bohadana, médica com experiência internacional no atendimento humanizado de distúrbios de ouvido, nariz, garganta, via aérea, pescoço e tórax em situações complexas pediátricas.
A Laringo Center dispõe de uma equipe multidisciplinar completa e integrada para realizar procedimentos complexos em Otorrinolaringologia (Vias Aéreas Pediátricas), Pneumopediatria, Gastropediatria, Nutrologia, Fonoaudiologia, Cirurgia Crânio-Maxilo-Facial, Cirurgia Torácica e Pediátrica (Cirurgia complexa da traqueia e esôfago)
Essas especialidades compõem o Programa Aerodigestivo, uma linha de cuidados para crianças de Alta Complexidade. Esse grupo de especialistas trabalha em conjunto para discutir o diagnóstico e tratamento das doenças que envolvem o trato aerodigestivo.
A criança com distúrbios aerodigestivos é o nosso foco!
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A cirurgia complexa de traqueia em crianças e recém-nascidos é um conjunto de procedimentos cirúrgicos altamente especializados voltados para o tratamento de anomalias congênitas, lesões, ou doenças adquiridas que afetam a traqueia, a principal via aérea entre a laringe e os pulmões.
Essas cirurgias são indicadas para condições como estenose traqueal (estreitamento da traqueia), traqueomalácia (fraqueza das paredes traqueais), fístulas traqueoesofágicas (comunicação anômala entre a traqueia e o esôfago), e compressões externas causadas por anomalias vasculares, como anéis vasculares.
Devido à importância da traqueia na respiração, essas cirurgias exigem precisão extrema e são geralmente realizadas em centros médicos especializados, com suporte avançado de cuidados intensivos.
Os procedimentos podem variar desde ressecções de segmentos da traqueia, seguidas de reconexão das extremidades saudáveis (anastomose), até reparos mais complexos como laringotraqueoplastias, que envolvem a reconstrução da traqueia e da laringe usando enxertos.
Em casos onde a traqueia é comprimida por estruturas vasculares anômalas, como no arco aórtico duplo, técnicas como aortopexia (fixação da aorta ao esterno) são realizadas para aliviar a compressão.
Em situações de obstrução severa ou ventilação prolongada, uma traqueostomia pode ser realizada para garantir a passagem de ar.
A complexidade dessas cirurgias requer uma abordagem multidisciplinar, envolvendo especialistas experientes e equipes de cuidados intensivos pediátricos, dada a fragilidade e os riscos associados ao tratamento em pacientes tão jovens.
Infecção dos seios da face e fossas nasais, caracterizada por sintomas de obstrução nasal, secreção nas narinas ou na garganta de aspecto mucopurulento, tosse noturna. Dor de cabeça nem sempre está presente, mas geralmente apresenta perda de olfato. Pode ser aguda ou crônica se os sintomas persistirem por mais de 3 meses seguidos.

Rinossinusites de repetição: muitas vezes, os quadros de rinossinusite crônica se confundem com as rinossinusites de repetição, em que as crises acabam sendo tão frequentes que se justapõem, dando impressão de serem contínuas. O diagnóstico correto é fundamental para evitar exames e procedimentos desnecessários. O melhor exame para diagnosticar a rinossinusite é a nasofibroscopia que é uma endoscopia da fossa nasal, realizada no consultório, com anestesia local. O exame produz um mínimo desconforto para a criança e tem a vantagem sobre o raio-X de não submeter a criança ao efeito de radiações ionizantes.
Na infância, a rinossinusite pode ser recorrente e ser causada por:
Hipertrofia adenoideana: adenóide é um acúmulo de tecido linfóide, ou seja, tecido de defesa, que se localiza atrás das fossas nasais. Quando ocorre hipertrofia, aumento, produz obstrução das fossas nasais, dificultando a respiração. A criança começa a presentar roncos e distúrbio do sono.
É a causa mais comum de rinossinusite, o aumento das vegetações adenoides causa, além da obstrução nasal, acúmulo de secreções e bactérias no nariz e seios da face levando ao quadro de rinossinusite crônica. Na maioria das vezes, a remoção das adenoides é suficiente para resolução dos sintomas.
Rinite alérgica: é um processo inflamatórios da mucosa das fossas nasais e seios paranasais. Manifesta-se com obstrução nasal, secreção hialina, espirros e coceira nasal. A reação alérgica é uma reação exagerada do sistema imunológico em decorrência de inalantes, substâncias irritantes, para a mucosa nasal, como gases tóxicos, poluentes ambientais, poeira doméstica, entre outros. Em decorrência dessa reação alérgica, ocorre a liberação de substâncias como a histamina que produzem a reação inflamatória nas fossas nasais.
Os casos crônicos evoluem com hipertrofia de cornetos, que são “carnes esponjosas” que obstruem as fossas nasais. A criança pode apresentar roncos, obstrução nasal, respiração bucal e distúrbio do sono.
Alergia respiratória ou, mais raramente, alimentar podem causar ou piorar os sintomas de rinossinusite. A identificação das alergias e seu tratamento são fundamentais no controle da rinossinusite nas crianças.
Fibrose cística: doença genética em que há uma alteração no muco nasal, que se torna espesso. Além da sinusite, a criança apresenta desnutrição e pneumonias de repetição. Condição potencialmente grave e que requer diagnóstico e tratamento precoces.
Discinesia ciliar: doença genética em que os cílios que transportam o muco no nariz e seios paranasais não funcionam corretamente. Além da sinusite crônica, a criança também pode apresentar problemas pulmonares.
Imunodeficiências: vários tipos de deficiências de imunidade podem causar rinossinusite crônica, principalmente as deficiências de IgA e IgG. Muitas vezes os sintomas nasais são os primeiros a aparecer e podem ajudar no diagnóstico precoce que será fundamental para o tratamento exitoso destas crianças.